Experiência de Pascal

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No dia 14 de outubro, simulamos a experiência de Pascal (ver texto “Um pouco de História e de Ciência”), no nosso recreio, à hora do almoço.

A nossa experiência teve várias etapas:

1. Começamos por ligar a uma mangueira, com um comprimento de aproximadamente 6 metros, um saco de plástico previamente cheio de água;

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2. Convencemos o Nuno, professor de Educação Física, a ir até ao telhado do ginásio com um regador cheio de água;

3.  Reunimos os alunos, ouvimos as suas previsões e ficamos a ver o que aconteceria ao saco quando a mangueira ficasse cheia de água.

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E o que foi que aconteceu?

Quando o Nuno encheu a mangueira, a qual estava esticada do chão ao telhado,

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houve um aumento de pressão dentro do saco, de cerca de 60 Pascal, o que fez com que este rebentasse.

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Estavam presentes alunos dos três ciclos, os quais interpretaram de formas diferentes o que viram.
Uma coisa é garantida, todos viram Ciência em acção!

Um pouco de História e de Ciência1287671226

Em 1648, Pascal pasmou os seus contemporâneos com uma experiência.
Inseriu um tubo estreito num barril cuidadosamente fechado e cheio de água, como mostra a figura.
Depois, subiu à varanda de um 2º andar e derramou neste tubo uma caneca de água.
A pressão sobre as paredes do barril cresceu tanto que as suas aduelas não suportaram, o que fez com que a água vertesse.

 

 

 

 

 

 

Mas afinal o que foi que Pascal mostrou com esta experiência que deixou os seus contemporâneos tão espantados?

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Ter um tubo estreito ou ter um tubo muito largo tem exactamente o mesmo efeito!!!

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A pressão exercida nas paredes do barril não depende da massa de líquido ou da largura dos tubos, mas apenas da altura destes. Isto constitui o paradoxo hidrostático.

Assim, a pressão exercida nas duas situações é exatamente a mesma e pode ser calculada através da equação fundamental da hidrostática:

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Brevemente iremos simular o “Raio de calor” de Arquimedes!